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terça-feira, 10 de maio de 2011

Comportamentos no trabalho



1. ENGAJADOS: trabalham com paixão e têm um sentimento de profunda conexão com a organização. Eles impulsionam a inovação e movem a organização.

2. NÃO ENGAJADOS: essencialmente “desconectados”. Eles estão sonâmbulos durante o trabalho, empregando seu tempo, mas não energia ou paixão no que estão fazendo.

3. ATIVAMENTE DESENGAJADOS: não são apenas pessoas desconectadas do trabalho, elas estão ocupadas propagando as suas infelicidades. Todos os dias essas pessoas minam o que seus pares engajados realizam.

Alguns conceitos importantes (para construir a felicidade)

Sim, a felicidade é uma construção, um modo de vida, não um encontro ou uma dádiva.

1. O papel da aprendizagem - Aprenda e prove o novo. Viva consciente. Concentre-se no essencial.

2. Aprender - Procure saber cada vez mais, tudo o que for possível a respeito do seu trabalho ou profissão.

3. Conexões - Tudo em sua vida é pleno de sentido, mesmo quando você não compreende de imediato o sentido da suposta coisa sem sentido.

4. Construção - Molde sua vida com prazer, seja o criador de sua existência, trabalhe todos os dias para a sua felicidade.

5. Dificuldades - Encare as dificuldades profissionais, não fuja delas. Isso não resolve, só atrapalha.

6. Energia - Há forças na natureza que agem em nós e que, no entanto, só é possível aprendê-las de maneira limitada. Eduque sua percepção sensorial a fim de sentir e absorver as energias disponíveis.

7. Extremos - Não seja radical, pois o excesso de preocupação pode prejudicar o seu trabalho.

8. Integração - Veja, em cada ser humano, em cada ser vivo, que cada um tem seu lugar e razão no universo. A primeira coisa que você vê em seus semelhantes é o bem. Celebre o fato de conhecer, interagir e trabalhar com pessoas que enriquecem você.

9. Missão - Encare seu trabalho ou sua profissão como uma missão. Transforme-os num caminho para o sucesso e para a felicidade.

10. Não se encolha - Dê o melhor de si, mesmo em condições adversas. Melhor dizendo, nas adversidades que provamos nossa competência.

11. Ritmo - A vida se move em ritmo. É dele que você obtém equilíbrio interior e harmonia. Aprende-se na adversidade assim como nos momentos de felicidade.

12. Satisfação - Sinta prazer em cada uma das suas atitudes e em cada uma das suas atividades.

13. Serenidade - Procure manter sua serenidade diante de qualquer situação. “As coisas estão no mundo só que eu preciso aprender”. Paulinho da Viola

14. Por fim - Não deixe que a insatisfação ou a contrariedade tomem conta de você.

O trabalho é fundamental. A família é fundamental. O tempo é fundamental. O dinheiro é fundamental. Mas o verdadeiro desafio para quem deseja ser feliz é equilibrar em grau satisfatório o sucesso em cada uma dessas áreas.
Transforme seu trabalho em uma fonte de excelência e de contribuição que constrói a força e a unidade da família, da organização em que você atua e da sociedade em vez de destruí-las. Concentre-se nos planos da vida que você (e só você) tem de cuidar: físico (alimento, movimento, repouso); mental (pensamento e sentimento), espiritual (o que há de sublime no ser humano).

Desenvolva uma inteligência orientadora que capacitará você a tomar decisões mais sábias:

* O extremo egoísmo dos seres humanos é a causa da sua própria infelicidade.

* Ser feliz não é o contrário de ser infeliz.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O QUE É... INGREDIENTE?


É o que os bem-sucedidos usam na seqüência e na proporção certas.

Existe uma receita certa para o sucesso? Sim, existe.
E, melhor ainda, cada um de nós possui os ingredientes básicos para cozinhar um sucesso de dar água na boca dos outros. Uns mais, alguns menos, mas não há ninguém que, algum dia, não tenha parado para observar o próximo e se admirar: "Como é que ele conseguiu tanto com tão pouco?" Porque, basta observar, os bem-sucedidos não parecem possuir nenhum ingrediente mágico ou sobrenatural. E a resposta é mais simples do que parece: o segredo do sucesso não está na lista de ingredientes, mas no modo de preparo. É nesse contexto que uma pergunta tão banal e tão repetida -- "Você está preparado?" -- assume sua real importância: "Você sabe mesmo como misturar os ingredientes que tem? "Então, vamos à despensa (com "e"): ali estão, bem arrumadinhos, a ousadia, a perseverança, a liderança, a criatividade, a ética, o espírito de equipe, e mais uma batelada de outros ingredientes que entram na fórmula do sucesso, segundo os especialistas em culinária executiva. Mas quem um dia já preparou um bolo sabe que não adianta jogar tudo isso dentro de uma panela, em doses iguais e ao mesmo tempo.

Há sempre uma seqüência e uma proporção, e os quituteiros de mão-cheia são os que aprenderam que existe uma receita apropriada para cada ocasião. Se a dosagem for errada, o resultado fica intragável. Pausa para um aperitivo. Tudo começa por sabermos onde estamos pisando. Por quê? Porque a palavra ingrediente veio daí mesmo, de "passo". Em latim, passo era gradus e dessa palavrinha derivaram várias outras, só que a gente nem percebe mais o passo escondido dentro delas, como "gradual" (passo a passo), "degrau" (um passo acima), "retrógrado" (que anda para trás), "congresso" (marchar junto), e até o "dégradé" (cor que vai mudando a cadapasso). Dessa salada surgiria o verbo latino ingredi, "caminhar para dentro" e seu derivado, ingrediente, "o que entra". Mas se trata do que entra no passo certo. Eu trabalhei com muita gente agressiva (termo que, casualmente, querdizer "um passo contra") e notei que esse ingrediente era absolutamente necessário em algumas situações, enquanto em outras era totalmente dispensável. Na hora da avaliação de desempenho, alguns funcionários eram elogiados por sua agressividade, enquanto outros, tão agressivos quanto, eram criticados. E o segundo grupo ficava sem entender bulhufas, achando que estava sendo perseguido pela chefia. Na verdade, o que as empresas avaliam nunca é o ingrediente em si -- no caso, a agressividade --, mas sim o produto final -- o resultado. A mesma coisa acontece quando comemos um bolo: se um ingrediente sobressai, é porque ele foi mal calculado. E aí passa a comprometer o todo. Entender essa simples regrinha talvez seja a coisa mais complicada na auto-administração de uma carreira. O mais comum é o profissional usar sempre o mesmo ingrediente, na mesma proporção, não importa a ocasião. Ou então, quando as coisas estão meio paradas, é sempre mais fácil imaginar que "está me faltando alguma coisa"--ou seja, mais ingredientes.

Não é a quantidade que faz uma receita de sucesso. É o discernimento. Sucesso é, por exemplo, ter um vasto estoque de criatividade e de ambição, mas saber que há momentos em que o mais recomendável é fazer um simples arroz com feijão.


Uma boa semana e muito sucesso!